O amor vem.
Não sabemos como, quando, com quem ou até mesmo por quê. A única coisa de que temos certeza, é que ele vem.
O amor não vai embora, ele apenas se esconde de baixo da paixão que enche e desaparece do nada.
O amor é estranho, é incompreensível, é desatento, é cruel, é irreal. É lindo, é gostoso, é ingênuo, é fiel, é cúmplice.
O amor acompanha. Anima, desanima. Alegra, entristece. Acorda, adormece. É doce, é azedo.
Não há descrição que limite o amor. Ele é infinito, é o que sabemos.
"Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina?
Quem já conseguiu dominar o amor?
Por que é que o mar não se apaixona por uma lagoa?
Porque a gente nunca sabe de quem vai gostar (...)"
(Ana e o Mar - O Teatro Mágico)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
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